Olá para você que está lendo este post, que sua energia fecunde em cada espaço aqui presente, fazendo fluir a paz presente em todos nós.Você já deve ter lido ou ouvido que nossa vida é construída por fases, em cada fase os movimentos que fazemos determina a qualidade da aprendizagem que teremos. Será que a fase que o país está vivendo tem alguma coisa relacionado com cada um de nós? Não responda agora, te convido a trilhar comigo esse caminho e no final você poderá responder e compartilhar se quiser. Há muito tempo íamos às urnas para votar e com isso achávamos que as pessoas que fossem eleitas fariam todo o trabalho e não precisaríamos nos preocupar mais. Nosso papel era apenas votar. Mas qual eram os critérios que utilizávamos para dar o nosso voto? Na boca de urna ouvíamos muitas vezes que o voto dependia do que o político poderia oferecer pra ele e para família dele, muitas vezes bastava ouvir do vizinho, que aquele político era o melhor porque ia dar um emprego para o filho dele, que o voto era certo. Depois que tudo ficou "On line", a decisão mudava de acordo com o que se falava sobre o político. Entretanto, alguma vez fomos realmente pesquisar em fontes fidedignas a origem da notícia? Ou tivemos a iniciativa de conhecer a veracidade do currículo dos políticos? Eu mesma só fiz isso uma vez, quando motivei meus alunos e junto com eles pesquisamos a trajetória política e profissional de cada um. Que crenças estão presentes nesta situação?
Todos os dias ouvimos nas redes de comunicação que alguém foi assaltado, o celular é a preferência dos assaltantes. Quantos brinquedos estão entulhados dentro dos nossos armários, roupas, sapatos, que não usamos mais e o que fazemos? Quando lembramos que poderíamos compartilhar de uma comida com alguém diferente, que não faz parte da nossa família, nem do no nosso convívio? O que fazemos com o celular que ficou pra trás, na compra de um mais atual? Que exemplo damos as nossas crianças? Certa vez, estávamos em uma discussão sobre a ação de roubar e alguns alunos concordaram que roubariam mesmo: - "se os políticos roubam e se saem bem, por que não". Quais são as crenças de alguém que rouba, como está alimentando-as? Quais são as crenças que temos sobre o Ter e o Ser?
Esse diálogo não tem a intenção de julgar qualquer atitude, nosso objetivo aqui é reconhecer nossa responsabilidade nas coisas do mundo, que achamos são do mundo e não nossas.
Continuando, houve três atentados atuais que chamaram bastante a atenção pelo seu extremismo, primeiro, os trinta homens que estupraram uma mulher. Há quanto tempo essa crença de que uma mulher que não se apresenta com sua vestimenta apropriada, não pode reclamar de nenhum tipo de violência, se movimenta no interior de nossa sociedade? Quantos de nós temos consciência que é uma crença falsa e por ser falsa suas consequências são abusivas. Segundo acontecimento, o rapaz lá nos Estados Unidos que entrou na boate atirando em todos. O terceiro, docentes gays foram carbonizados na Bahia. Claro que existem muitas outras notícias neste nível, entretanto vamos observar o que tem em comum nessas três. Em todas elas o agressor agrediu por considerar que o agredido não deveria viver. Seus critérios? Suas crenças!
Aquilo que se acredita se torna real, mesmo que não seja real, mesmo que nossa mente tenha criado para nos defender. Acreditar impõe sentir, ter fé. Todo tempo geramos crenças dentro de nós, e não percebemos o comando dela sobre nossas vidas. Como descobrir se as crenças que estamos alimentando são reais ou criadas por nossos medos, raivas e vinganças? Observe o que tem feito você ficar triste ultimamente, quantas vezes você tem ficado depressivo, quantas vezes você tem acusado os outros da sua infelicidade. Toda crença é fundamentada na verdade, por isso ela é difícil de ser reconhecida como falsa. Entretanto, só as crenças reais, empenham o papel de bem aventurança.
Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
terça-feira, 21 de junho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Conhece teu apego e ele vos libertará
Um olá caloroso para a Pessoa Linda que está lendo esse post. O que você pensa sobre a terapia? O Objetivo desta postagem é falar um pouco sobre terapia, o papel do terapeuta e o apego como promovedor de patologias mentais. Começaremos expondo o conceito sobre a palavra terapia: de origem grega "thaerapeia" significa "tratamento". Para alguns terapeutas, "servir a Deus". Existem vários tipos de terapia, ou seja, várias formas de se tratar uma doença, seja ela física ou mental. Aqui trataremos da terapia que trata o Ser.
Existe alguns documentos que mostram Jesus como o maior terapeuta de todos os tempos, pois ele curava a alma e o corpo. Podemos encontrar esse documento no Evangelho de Matheus. Se observarmos com mais atenção nos procedimentos que Jesus utilizava para curar, ele não chegava com o remédio, o remédio era o próprio doente. Ele limpava a visão daquele doente e o ajudava a ver o que o aprisionava, na maioria das vezes estava preso por estas doenças penosas e difíceis de curar que são o apego ao prazer, a desorientação do desejo, a tristeza, as fobias, as invejas, a ignorância, o desajustamento ao que É, e a tantas outras patologias e sofrimentos.
Você deve está se perguntando como pode o apego ser um promovedor de doenças? O que você acha que gera o ciúmes? Estar apegado a alguém que acredita-se é sua e de mais ninguém, chamamos esse apego de posse. A pessoa com essa doença causa sofrimento para si e para os outros. Também podemos está apegados a uma emoção, como por exemplo a tristeza, quando ficamos com ela tanto tempo, a ponto de tornar-se a própria identidade. Como sabemos? Pergunte a uma pessoa como ela está? Se sua resposta for sempre a mesma -estou triste- ela já se apegou. O que é a doença então? É tudo aquilo que nos causa sofrimento e vivemos esse sofrimento com apego. Agora eu sei que você vai brigar comigo, afinal estou lhe dizendo que você se apega ao sofrimento! Quem é que quer se apegar ao sofrimento? Ninguém! Mas fazemos isso por várias razões, e nenhuma delas é consciente, por isso que o doente é seu próprio remédio. Quando o doente consegue mapear com que ou com quem ele não consegue se desvencilhar, ele encontra a cura. Estamos falando aqui de desatar o nó que criamos quando fazemos interpretações distorcidas das experiências que vivemos.
Na imagem postada aqui, você estará vendo um momento de terapia em grupo. Este foi um momento em que ambos estavam apegados ao sofrimento. Ao conduzi-los para dentro deles mesmos -prática que não fazemos habitualmente- cada um foi tomando consciência do corpo físico, do corpo mental e espiritual sem julgar ou se apegar a imagens ou ideias, o resultado foi paz, harmonia com o aqui e o agora.
Voltando para o apego, muita gente pensa que o apego é um vínculo bom, mas observem se essa coisa ou alguém ameaçar quebrar, tirar, perder ou partir, o que acontece? Sofrimento! Esse sofrimento nos permite identificar habilidades ou nos aprisiona? O aprisionamento nos coloca dentro da depressão, da síndrome de ansiedade, síndrome do pânico e tantas outras patologias.
A terapia é como o desenho de um mapa, que se faz para encontrar a trilha onde se quer chegar e o terapeuta te dá o papel e o lápis, as ferramentas para construir o mapa. Mas é possível fazer autoterapia? Sim! É possível, desde que você já tenha construído o mapa que te leva para você mesmo e saiba usá-lo. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
terça-feira, 3 de maio de 2016
A capacidade de fazer fluir
Olá caloroso para você Pessoa Linda que está lendo esse post. Sabe aquele momento que a dúvida, junto com o medo de não está no caminho certo te paralisam e de repente sua voz interior lhe diz: -permita fluir. Como permitir fluir? Essa foi uma pergunta de alguém que ainda não se permitiu fluir. Então vamos lá! Fluir, deixar escorrer em abundância, entregar, circular, confiar. Mas por que será que essas palavras não fluem dentro de mim? O fluir só acontece realmente quando permitimos e falar que se permite, não é o mesmo que permitir. Se tiver um tempinho, observe sua respiração, ela flui? Qual o tempo que se dá para sentir os movimentos internos fluírem? A essa altura você já deve ter percebido que a mente precisa ser sentida e não pensada. Então fazer fluir é sentir sem pensar? É mais que isso. Algo está fluindo em você neste momento, mas como sentir sem pensar? Você pode dizer que isso é impossível! Que tal apenas sentir, consegue deixar o sentimento fluir sem julgá-lo se é bom ou mal? Epa! falei em fluir de novo, como é difícil "deixar" fluir, e mais ainda sentir sem pensar.
Nossas experiências desde que acordamos nos oferece fluidez, tudo tem seu próprio movimento, se conseguimos observar esse movimento, sentiremos as direções que eles nos apresenta. Imagine você sentado à beira de um rio, observe as águas seguindo seus percursos, podemos dizer que tudo está fluindo, observem que as águas vão até onde tem espaço para aceitá-las. Esse movimento de ir requer de nós muita confiança, pois embora queiramos algo, nem sempre esse algo vai fluir como queremos, mas ele flui. Sua fluidez vai além dos limites da mente.
Se eu aceito o movimento, eu permito que ele flua, eu permito senti-lo e observar em que direções eles seguem. Aceitar não significa ser condizente com os pensamentos do momento, e nem fazer qualquer outro julgamento. Aceitar significa deixar fluir. Quando eu aceito sem interrupções dos julgamentos, a fluidez leva o movimento de volta para quem Eu Sou, me permitindo descobrir as nuances que as minhas crenças promovem.
Se você pensa que permitir fluir é mágico, está enganado, e você já deve ter percebido isso, permitir fluir é um exercício diário de observação dos sentidos e o não julgamento. Que tal começar agora! E você que já faz esse exercício, que tal compartilhar aqui os resultados. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
sexta-feira, 29 de abril de 2016
O Caminho do Atendimento
Caminhante, o caminho se faz ao caminhar! Não me recordo onde eu li isso, mas ficou em minha memória. Um olá carinhoso aos caminhantes que estão lendo esse post.
Já faz algum tempo que estou observando o caminho do atendimento ao público. Eu aprendi nos livros e em cursos de treinamento, que o cliente sempre tem razão, que não devemos confrontar o cliente, mas como cliente, toda vez que eu faço uma reclamação sou tratada como se estivesse ferindo a pessoa que ouve a minha reclamação. E isso tem se repetido a ponto de se tornar um padrão. Em minhas pesquisas, caminhando pelos livros de auto ajuda, foi sugestionado que se eu quero que alguma coisa aconteça a mim, como por exemplo, se eu quero que as pessoas sorriam para mim, eu terei que sorrir para elas. Diante dessa sugestão, fui colocar à prova. Ao entrar no banco olhava para as pessoas e sorria, e sem regra de exceção, todas elas, as quais ofereci um sorriso, sorriram para mim. Foi assim que cheguei até a psicologia do espelho para compreender por que isso acontecia.
Depois de investigar esses comportamentos, inclusive o meu, compreendi que existe nessa relação com outro uma sinergia que nos faz aproximar do outro com amor ou com raiva. Segundo o dicionário http://www.dicionarioinformal.com.br, sinergia é um conjunto de forças agindo simultaneamente para um propósito. Assim, compreendi o meu comportamento e a reação do comportamento do outro, mas essa compreensão passou por algumas descobertas, além das mencionadas.
Outra experiência me ajudou em minhas descobertas, ao trabalhar como instrutora do projeto Adolescente Aprendiz, observei comportamentos deles enquanto atendiam o cliente. O feedback que alguns me deram foi o seguinte: -eu não aceito ser maltratado pelo outro, eu devolvo na mesma moeda. Ora, como ser maltratado pelo outro, se a intenção era reclamar aquilo que não estava funcionando? Para compreender esse processo, observem meus amigos leitores, estamos caminhando pelas trilhas de quem fez a reclamação e de quem recebeu a reclamação. Cada um acredita em algo relacionado ao atendimento, o que se sentiu ofendido pelo cliente acredita que não deve levar para casa a suposta agressão e o cliente acredita que não deve ficar calado diante do errado. Quem está certo? Mas será que existe um certo ou um errado?
Outra experiência me ajudou em minhas descobertas, ao trabalhar como instrutora do projeto Adolescente Aprendiz, observei comportamentos deles enquanto atendiam o cliente. O feedback que alguns me deram foi o seguinte: -eu não aceito ser maltratado pelo outro, eu devolvo na mesma moeda. Ora, como ser maltratado pelo outro, se a intenção era reclamar aquilo que não estava funcionando? Para compreender esse processo, observem meus amigos leitores, estamos caminhando pelas trilhas de quem fez a reclamação e de quem recebeu a reclamação. Cada um acredita em algo relacionado ao atendimento, o que se sentiu ofendido pelo cliente acredita que não deve levar para casa a suposta agressão e o cliente acredita que não deve ficar calado diante do errado. Quem está certo? Mas será que existe um certo ou um errado?
E se voltarmos a psicologia do espelho. Eu identifiquei nas minhas reclamações sentimentos de raiva, incompreensão, não existia amor por aquela situação, na verdade eu nem havia percebido o quanto o fato de está vivendo medos coletivos, influenciara minha postura. Eu recebi do outro a mesma raiva e a mesma incompreensão que dei a ele.
Como nada acontece por acaso e tudo está a favor da nossa evolução, lembrei de uma situação. Ao entrar na livraria me deparei com o livro o Poder da Ação, de Paulo Vieira. e abri na página que falava sobre autorresponsabilidade. Ele nos oferece as seis leis da autorresponsabilidade, são elas:
1- Não criticar as pesssoas! Quando paramos de criticar, nosso foco passa a ser a solução e não o problema. 2- Não reclamar das circunstâncias! Como tudo na vida, a qualidade das palavras proferidas por você é uma opção: serão palavras de crítica e cobrança ou serão elogios ou validação?Validar nesse sentido significa tornar válida uma atitude boa que ninguém tenha percebido. Não reclamar não significa se calar diante do erro ou mau desempenho de um funcionário, fingir que não viu. É preciso confrontar as pessoas com a verdade, dizer-lhes suas expectativas e o que de fato elas realizaram, falando mais de fatos do que de percepções e sentimentos. Nesse caso posso dar o meu exemplo:- Não é possível que só tenha um caixa para atender a gente, a loja está falindo. Observem essa minha fala! A caixa respondeu: -tem eu, a senhora não está vendo não! Minhas palavras não validaram o bem nela, seus olhos se arregalaram como se estivesse com medo. 3- Não Buscar culpados! 4- Não se fazer de vítima! 5- Não justificar seus erros! Existe um ditado que diz: "Loucura é continuar fazendo a mesma coisa e esperar resultados diferentes". 6- Não julgar as pessoas! As pessoas autorresponsaveis não julgam o outro e sim o comportamento dele.
Com tudo que foi abordado, observo que cada experiência se repete até o momento que ela nos mostre quem realmente somos e que comportamentos precisamos mudar e mudá-los. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
terça-feira, 26 de abril de 2016
Conversando com a dor!
Um olá caloroso para esta Pessoa Linda que está lendo essa mensagem. Estes dias tive um relacionamento sério com uma dessas viroses que a gente pega e não sabe bem como foi, mas sabe que pegou porque sua imunidade tava baixa. Procurei cuidar dela com remédios naturais e muita água, mas a forte dor de cabeça que surgiu me perturbou a ponto de me encaminhar para um hospital. Já na sala para ser medicada com soro e aerosol, uma mulher, que também ia ser medicada, dizia para mim: - não quero sentir dor! Aquela voz me chamou a atenção, não tinha parado para identificar que, embora ninguém goste de sentir dor, eu ainda não havia ouvido alguém se expressar tão claramente. A partir daquele momento minha mente passara de estado vegetativo, para uma aceitação àquelas furadas que estavam fazendo para tentar aplicar o soro. Mas a mulher que olhava todo o procedimento, me perguntava se eu estava sentido dor. Eu respondi que não, e logo outro enfermeiro começara a fazer o mesmo procedimento nela. Eu queria me concentrar na cura, mas aquela voz cheia de negação não me ajudava, porque a pergunta dela me fizera disparar o gatilho do medo. Ela não aceitava que lhe furassem mais de uma vez, visto não está achando a veia ideal para prosseguir com os procedimentos, que reclamara para o enfermeiro e o fizera parar, decidindo tomar remédio via oral em casa.
Todos nós fazemos escolhas o tempo todo, mas será que observamos conscientemente as escolhas que estamos fazendo, ou será que responsabilizamos os outros pelas escolhas que fazemos?
É interessante que a dor, em forma de experiência, tem um diálogo esclarecedor de autodescoberta, isso se prestarmos atenção à ela. Naquele momento olhei pra minha alma e perguntei o que realmente estava sentindo? A resposta foi imediata, MEDO!!!! Incrível que essa consciência me revelou que não havia realmente uma dor específica, mas uma reação emocional. A médica que se responsabilizara pelos procedimentos medicamentosos mudou a prescrição do médico que passara a receita, tirando o antibiótico, e eu no íntimo da minha alma sabia que não tinha necessidade daquele medicamento, pois naquele momento a dor, que antes era uma sensação desagradável, se tornara um mestre dialogando comigo.
Você até pode achar maluco que alguém tenha um diálogo esclarecedor com a dor, mas eu posso lhe afirmar, não é só com a dor que busco me conhecer, também dialogo com outros tipos de emoções, como a raiva, a inveja, a alegria, o medo, etc, e, sempre tenho respostas esclarecedoras sobre como estou e quem realmente sou. Mas isso é uma questão de fé! E você já viveu uma experiência de diálogo com suas emoções? Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Somos de energia!!!
Olá para você que está lendo essa mensagem. Como você está agora? Se você observar como você está e não julgar se isso é bom ou ruim, sua energia poderá seguir o fluxo das descobertas de forma harmoniosa, mas se começar a elencar algumas críticas naquilo que identificar sobre o seu estado, então essa atitude te roubará energia. Um exemplo: de repente fica sem vontade de levantar da cama, começa a dizer para si, levanta aí preguiçoso (a), você é mesmo um(a) incompetente. Essa fala não faz você levantar da cama, te deixa pra baixo. Mas se observar de onde está sendo retirada sua energia, você poderá buscar várias maneiras para se recarregar.
O exemplo dado foi apenas para que você possa observar que como você se trata pode tirar tua energia ou alimentá-la. Já parou para pensar que a forma como você se trata revela se sua energia é suficiente para viver com disposição ou não? Se eu digo ao acordar que aquele dia é mais um que tenho que trabalhar, como fico? E se eu dissesse obrigada por esse dia cheio de graça? Será que a minha energia seria a mesma?
Todos nós, embora não sejamos máquinas, precisamos de uma coisa que as máquinas precisam para funcionar, se chama energia. Quanto mais usamos a máquina, mais rápido ela precisa ser recarregada. Olha o nosso celular, tem uns que descarregam mais rápido do que outros. E nós não somos diferentes! Entretanto, não observamos o que nos faz perder energia mais rápido, apenas identificamos que estamos cansados, muito cansados, a ponto de não funcionar bem em setor nenhum. O que você faz quando descobre que está cansado demais? Poste aqui sua resposta e vamos juntos construir um mapa que nos leve aos pontos que nos faça recarregar nossa bateria, antes mesmo que ela descarregue por completo. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
O exemplo dado foi apenas para que você possa observar que como você se trata pode tirar tua energia ou alimentá-la. Já parou para pensar que a forma como você se trata revela se sua energia é suficiente para viver com disposição ou não? Se eu digo ao acordar que aquele dia é mais um que tenho que trabalhar, como fico? E se eu dissesse obrigada por esse dia cheio de graça? Será que a minha energia seria a mesma?
Todos nós, embora não sejamos máquinas, precisamos de uma coisa que as máquinas precisam para funcionar, se chama energia. Quanto mais usamos a máquina, mais rápido ela precisa ser recarregada. Olha o nosso celular, tem uns que descarregam mais rápido do que outros. E nós não somos diferentes! Entretanto, não observamos o que nos faz perder energia mais rápido, apenas identificamos que estamos cansados, muito cansados, a ponto de não funcionar bem em setor nenhum. O que você faz quando descobre que está cansado demais? Poste aqui sua resposta e vamos juntos construir um mapa que nos leve aos pontos que nos faça recarregar nossa bateria, antes mesmo que ela descarregue por completo. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.
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