Caminhante, o caminho se faz ao caminhar! Não me recordo onde eu li isso, mas ficou em minha memória. Um olá carinhoso aos caminhantes que estão lendo esse post.
Já faz algum tempo que estou observando o caminho do atendimento ao público. Eu aprendi nos livros e em cursos de treinamento, que o cliente sempre tem razão, que não devemos confrontar o cliente, mas como cliente, toda vez que eu faço uma reclamação sou tratada como se estivesse ferindo a pessoa que ouve a minha reclamação. E isso tem se repetido a ponto de se tornar um padrão. Em minhas pesquisas, caminhando pelos livros de auto ajuda, foi sugestionado que se eu quero que alguma coisa aconteça a mim, como por exemplo, se eu quero que as pessoas sorriam para mim, eu terei que sorrir para elas. Diante dessa sugestão, fui colocar à prova. Ao entrar no banco olhava para as pessoas e sorria, e sem regra de exceção, todas elas, as quais ofereci um sorriso, sorriram para mim. Foi assim que cheguei até a psicologia do espelho para compreender por que isso acontecia.
Depois de investigar esses comportamentos, inclusive o meu, compreendi que existe nessa relação com outro uma sinergia que nos faz aproximar do outro com amor ou com raiva. Segundo o dicionário http://www.dicionarioinformal.com.br, sinergia é um conjunto de forças agindo simultaneamente para um propósito. Assim, compreendi o meu comportamento e a reação do comportamento do outro, mas essa compreensão passou por algumas descobertas, além das mencionadas.
Outra experiência me ajudou em minhas descobertas, ao trabalhar como instrutora do projeto Adolescente Aprendiz, observei comportamentos deles enquanto atendiam o cliente. O feedback que alguns me deram foi o seguinte: -eu não aceito ser maltratado pelo outro, eu devolvo na mesma moeda. Ora, como ser maltratado pelo outro, se a intenção era reclamar aquilo que não estava funcionando? Para compreender esse processo, observem meus amigos leitores, estamos caminhando pelas trilhas de quem fez a reclamação e de quem recebeu a reclamação. Cada um acredita em algo relacionado ao atendimento, o que se sentiu ofendido pelo cliente acredita que não deve levar para casa a suposta agressão e o cliente acredita que não deve ficar calado diante do errado. Quem está certo? Mas será que existe um certo ou um errado?
Outra experiência me ajudou em minhas descobertas, ao trabalhar como instrutora do projeto Adolescente Aprendiz, observei comportamentos deles enquanto atendiam o cliente. O feedback que alguns me deram foi o seguinte: -eu não aceito ser maltratado pelo outro, eu devolvo na mesma moeda. Ora, como ser maltratado pelo outro, se a intenção era reclamar aquilo que não estava funcionando? Para compreender esse processo, observem meus amigos leitores, estamos caminhando pelas trilhas de quem fez a reclamação e de quem recebeu a reclamação. Cada um acredita em algo relacionado ao atendimento, o que se sentiu ofendido pelo cliente acredita que não deve levar para casa a suposta agressão e o cliente acredita que não deve ficar calado diante do errado. Quem está certo? Mas será que existe um certo ou um errado?
E se voltarmos a psicologia do espelho. Eu identifiquei nas minhas reclamações sentimentos de raiva, incompreensão, não existia amor por aquela situação, na verdade eu nem havia percebido o quanto o fato de está vivendo medos coletivos, influenciara minha postura. Eu recebi do outro a mesma raiva e a mesma incompreensão que dei a ele.
Como nada acontece por acaso e tudo está a favor da nossa evolução, lembrei de uma situação. Ao entrar na livraria me deparei com o livro o Poder da Ação, de Paulo Vieira. e abri na página que falava sobre autorresponsabilidade. Ele nos oferece as seis leis da autorresponsabilidade, são elas:
1- Não criticar as pesssoas! Quando paramos de criticar, nosso foco passa a ser a solução e não o problema. 2- Não reclamar das circunstâncias! Como tudo na vida, a qualidade das palavras proferidas por você é uma opção: serão palavras de crítica e cobrança ou serão elogios ou validação?Validar nesse sentido significa tornar válida uma atitude boa que ninguém tenha percebido. Não reclamar não significa se calar diante do erro ou mau desempenho de um funcionário, fingir que não viu. É preciso confrontar as pessoas com a verdade, dizer-lhes suas expectativas e o que de fato elas realizaram, falando mais de fatos do que de percepções e sentimentos. Nesse caso posso dar o meu exemplo:- Não é possível que só tenha um caixa para atender a gente, a loja está falindo. Observem essa minha fala! A caixa respondeu: -tem eu, a senhora não está vendo não! Minhas palavras não validaram o bem nela, seus olhos se arregalaram como se estivesse com medo. 3- Não Buscar culpados! 4- Não se fazer de vítima! 5- Não justificar seus erros! Existe um ditado que diz: "Loucura é continuar fazendo a mesma coisa e esperar resultados diferentes". 6- Não julgar as pessoas! As pessoas autorresponsaveis não julgam o outro e sim o comportamento dele.
Com tudo que foi abordado, observo que cada experiência se repete até o momento que ela nos mostre quem realmente somos e que comportamentos precisamos mudar e mudá-los. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.