sexta-feira, 29 de abril de 2016

O Caminho do Atendimento

Caminhante, o caminho se faz ao caminhar! Não me recordo onde eu li isso, mas ficou em minha memória. Um olá carinhoso aos caminhantes que estão lendo esse post. 
Já faz algum tempo que estou observando o caminho do atendimento ao público. Eu aprendi nos livros e em cursos de treinamento, que o cliente sempre tem razão, que não devemos confrontar o cliente, mas como cliente, toda vez que eu faço uma reclamação sou tratada como se estivesse ferindo a pessoa que ouve a minha reclamação.  E isso tem se repetido a ponto de se tornar um padrão. Em minhas pesquisas, caminhando pelos livros de auto ajuda, foi sugestionado que se eu quero que alguma coisa aconteça a mim, como por exemplo, se eu quero que as pessoas sorriam para mim, eu terei que sorrir para elas. Diante dessa sugestão, fui colocar à prova. Ao entrar no banco olhava para as pessoas e sorria, e sem regra de exceção, todas elas, as quais ofereci um sorriso, sorriram para mim. Foi assim que cheguei até a psicologia do espelho para compreender por que isso acontecia.
Depois de investigar esses comportamentos, inclusive o meu, compreendi que existe nessa relação com outro uma sinergia que nos faz aproximar do outro com amor ou com raiva. Segundo o dicionário http://www.dicionarioinformal.com.br, sinergia é um conjunto de forças agindo simultaneamente para um propósito. Assim, compreendi o meu comportamento e a reação do comportamento do outro, mas essa compreensão passou por algumas descobertas, além das mencionadas.
Outra experiência me ajudou em minhas descobertas, ao trabalhar como instrutora do projeto Adolescente Aprendiz, observei comportamentos deles enquanto atendiam o cliente. O feedback que alguns me deram foi o seguinte:  -eu não aceito ser maltratado pelo outro, eu devolvo na mesma moeda. Ora, como ser maltratado pelo outro, se a intenção era reclamar aquilo que não estava funcionando? Para compreender esse processo, observem meus amigos leitores, estamos caminhando pelas trilhas de quem fez a reclamação e de quem recebeu a reclamação. Cada um acredita em algo relacionado ao atendimento, o que se sentiu ofendido pelo cliente acredita que não deve levar para casa a suposta agressão e o cliente acredita que não deve ficar calado diante do errado. Quem está certo? Mas será que existe um certo ou um errado? 
E se voltarmos a psicologia do espelho. Eu identifiquei nas minhas reclamações sentimentos de raiva, incompreensão, não existia amor por aquela situação, na verdade eu nem havia percebido o quanto o fato de está vivendo medos coletivos, influenciara minha postura. Eu recebi do outro a mesma raiva e a  mesma incompreensão que dei a ele.
Como nada acontece por acaso e tudo está a favor da nossa evolução, lembrei de uma situação. Ao entrar na livraria me deparei com o livro o Poder da Ação, de Paulo Vieira. e abri na página que falava sobre autorresponsabilidade. Ele nos oferece as seis leis da autorresponsabilidade, são elas: 
1- Não criticar as pesssoas! Quando paramos de criticar, nosso foco passa a ser a solução e não o problema. 2- Não reclamar das circunstâncias! Como tudo na vida, a qualidade das palavras proferidas por você é uma opção: serão palavras de crítica e cobrança ou serão elogios ou validação?Validar nesse sentido significa tornar válida uma atitude boa que ninguém tenha percebido. Não reclamar não significa se calar diante do erro ou mau desempenho de um funcionário, fingir que não viu. É preciso confrontar as pessoas com a verdade, dizer-lhes suas expectativas e o que de fato elas realizaram, falando mais de fatos do que de percepções e sentimentos. Nesse caso posso dar o meu exemplo:- Não é possível que só tenha um caixa para atender a gente, a loja está falindo. Observem essa minha fala! A caixa respondeu: -tem eu, a senhora não está vendo não! Minhas palavras não validaram o bem nela, seus olhos se arregalaram como se estivesse com medo. 3- Não Buscar culpados! 4- Não se fazer de vítima! 5- Não justificar seus erros! Existe um ditado que diz: "Loucura é continuar fazendo a mesma coisa e esperar resultados diferentes". 6- Não julgar as pessoas! As pessoas autorresponsaveis não julgam o outro e sim o comportamento dele. 
Com tudo que foi abordado, observo que cada experiência se repete até o momento que ela nos mostre quem realmente somos e que comportamentos precisamos mudar e mudá-los. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.


terça-feira, 26 de abril de 2016

Conversando com a dor!

Um olá caloroso para esta Pessoa Linda que está lendo essa mensagem. Estes dias tive um relacionamento sério com uma dessas viroses que a gente pega e não sabe bem como foi, mas sabe que pegou porque sua imunidade tava baixa. Procurei cuidar dela com remédios naturais e muita água, mas a forte dor de cabeça que surgiu me perturbou a ponto de me encaminhar para um hospital. Já na sala para ser medicada com soro e aerosol, uma mulher, que também ia ser medicada, dizia para mim: -  não quero sentir dor! Aquela voz me chamou a atenção, não tinha parado para identificar que, embora ninguém goste de sentir dor, eu ainda não havia ouvido alguém se expressar tão claramente. A partir daquele momento minha mente passara de estado vegetativo, para uma aceitação àquelas furadas que estavam fazendo para tentar aplicar o soro. Mas a mulher que olhava todo o procedimento, me perguntava se eu estava sentido dor. Eu respondi que não, e logo outro enfermeiro começara a fazer o mesmo procedimento nela. Eu queria me concentrar na cura, mas aquela voz cheia de negação não me ajudava, porque a pergunta dela me fizera disparar o gatilho do medo. Ela não aceitava que lhe furassem mais de uma vez, visto não está achando a veia ideal para prosseguir com os procedimentos, que reclamara para o enfermeiro e o fizera parar, decidindo tomar remédio via oral em casa. 
Todos nós fazemos escolhas o tempo todo, mas será que observamos conscientemente as escolhas que estamos fazendo, ou será que responsabilizamos os outros pelas escolhas que fazemos? 
É interessante que a dor, em forma de experiência, tem um diálogo esclarecedor de autodescoberta, isso se prestarmos atenção à ela. Naquele momento olhei pra minha alma e perguntei o que realmente estava sentindo? A resposta foi imediata, MEDO!!!! Incrível que essa consciência me revelou que não havia realmente uma dor específica, mas uma reação emocional. A médica que se responsabilizara pelos procedimentos medicamentosos mudou a prescrição do médico que passara a receita, tirando o antibiótico, e eu no íntimo da minha alma sabia que não tinha necessidade daquele medicamento, pois naquele momento a dor, que antes era uma sensação desagradável, se tornara um mestre dialogando comigo.
Você até pode achar maluco que alguém tenha um diálogo esclarecedor com a dor, mas eu posso lhe afirmar, não é só com a dor que busco me conhecer, também dialogo com outros tipos de emoções, como a raiva, a inveja, a alegria, o medo, etc, e, sempre tenho respostas esclarecedoras sobre como estou e quem realmente sou. Mas isso é uma questão de fé! E você já viveu uma experiência de diálogo com suas emoções? Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.



sexta-feira, 22 de abril de 2016

Somos de energia!!!

Olá para você que está lendo essa mensagem. Como você está agora? Se você observar como você está e não julgar se isso é bom ou ruim, sua energia poderá seguir o fluxo das descobertas de forma harmoniosa, mas se começar a elencar algumas críticas naquilo que identificar sobre o seu estado, então essa atitude te roubará energia. Um exemplo: de repente fica sem vontade de levantar da cama, começa a dizer para si, levanta aí preguiçoso (a), você é mesmo um(a) incompetente. Essa fala não faz você levantar da cama, te deixa pra baixo. Mas se observar de onde está sendo retirada sua energia, você poderá buscar várias maneiras para se recarregar.
O exemplo dado foi apenas para que você possa observar que como você se trata pode tirar tua energia ou alimentá-la. Já parou para pensar que a forma como você se trata revela se sua energia é suficiente para viver com disposição ou não? Se eu digo ao acordar que aquele dia é mais um que tenho que trabalhar, como fico? E se eu dissesse obrigada por esse dia cheio de graça? Será que a minha energia seria a mesma?
Todos nós, embora não sejamos máquinas, precisamos de uma coisa que as máquinas precisam para funcionar, se chama energia. Quanto mais usamos a máquina, mais rápido ela precisa ser recarregada. Olha o nosso celular, tem uns que descarregam mais rápido do que outros. E nós não somos diferentes! Entretanto, não observamos o que nos faz perder energia mais rápido, apenas identificamos que estamos cansados, muito cansados, a ponto de não funcionar bem em setor nenhum. O que você faz quando descobre que está cansado demais? Poste aqui sua resposta e vamos juntos construir um mapa que nos leve aos pontos que nos faça recarregar nossa bateria, antes mesmo que ela descarregue por completo. Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.