terça-feira, 26 de abril de 2016

Conversando com a dor!

Um olá caloroso para esta Pessoa Linda que está lendo essa mensagem. Estes dias tive um relacionamento sério com uma dessas viroses que a gente pega e não sabe bem como foi, mas sabe que pegou porque sua imunidade tava baixa. Procurei cuidar dela com remédios naturais e muita água, mas a forte dor de cabeça que surgiu me perturbou a ponto de me encaminhar para um hospital. Já na sala para ser medicada com soro e aerosol, uma mulher, que também ia ser medicada, dizia para mim: -  não quero sentir dor! Aquela voz me chamou a atenção, não tinha parado para identificar que, embora ninguém goste de sentir dor, eu ainda não havia ouvido alguém se expressar tão claramente. A partir daquele momento minha mente passara de estado vegetativo, para uma aceitação àquelas furadas que estavam fazendo para tentar aplicar o soro. Mas a mulher que olhava todo o procedimento, me perguntava se eu estava sentido dor. Eu respondi que não, e logo outro enfermeiro começara a fazer o mesmo procedimento nela. Eu queria me concentrar na cura, mas aquela voz cheia de negação não me ajudava, porque a pergunta dela me fizera disparar o gatilho do medo. Ela não aceitava que lhe furassem mais de uma vez, visto não está achando a veia ideal para prosseguir com os procedimentos, que reclamara para o enfermeiro e o fizera parar, decidindo tomar remédio via oral em casa. 
Todos nós fazemos escolhas o tempo todo, mas será que observamos conscientemente as escolhas que estamos fazendo, ou será que responsabilizamos os outros pelas escolhas que fazemos? 
É interessante que a dor, em forma de experiência, tem um diálogo esclarecedor de autodescoberta, isso se prestarmos atenção à ela. Naquele momento olhei pra minha alma e perguntei o que realmente estava sentindo? A resposta foi imediata, MEDO!!!! Incrível que essa consciência me revelou que não havia realmente uma dor específica, mas uma reação emocional. A médica que se responsabilizara pelos procedimentos medicamentosos mudou a prescrição do médico que passara a receita, tirando o antibiótico, e eu no íntimo da minha alma sabia que não tinha necessidade daquele medicamento, pois naquele momento a dor, que antes era uma sensação desagradável, se tornara um mestre dialogando comigo.
Você até pode achar maluco que alguém tenha um diálogo esclarecedor com a dor, mas eu posso lhe afirmar, não é só com a dor que busco me conhecer, também dialogo com outros tipos de emoções, como a raiva, a inveja, a alegria, o medo, etc, e, sempre tenho respostas esclarecedoras sobre como estou e quem realmente sou. Mas isso é uma questão de fé! E você já viveu uma experiência de diálogo com suas emoções? Aguardo sua postagem e bem vindo a descoberta de Quem Sou, como nossa mente nos conduz e como alimentamos nossa Luz.



2 comentários:

  1. É interessante. Eu me separei recentemente e o mais q eu queria era ela do meu lado. Mas entanto comecei a substitur o sentimento de solidão por superação. A nossa mente é fantastica . Basta usala ai nosso favor com firmeza e clariedade. Ainda treino a minha superação para cada sentimento de tristeza pensso em coisas novas que posso fazer.
    E vem funcionando perfeitamente. Sempre me oucupando e me superando.

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    1. Fico muito grata por compartilhar da sua experiência, tenho certeza que outras pessoas poderão, através das suas palavras, fazer autodescobertas. Um grande abraço em seu coração

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